Encerrado o 1º ano, como secretária pastoral, é hora de lançar um olhar sobre a caminhada no primeiro ano e avaliar o quanto “avançamos para águas mais profundas”, conforme o apelo que faz a todos nós o Papa João Paulo II. O quanto, como casais cristãos, praticamos a missionariedade, fruto da espiritualidade conjugal.
É tempo de abrir os corações e de reconhecer o quanto ainda temos que nos empenhar para chegar a Cristo, o enviado de Deus, que com sua vida, morte e ressurreição traz aos homens os dons do perdão, da justiça e do espírito de santificação (At. 2,36; 10,40-42; Rm 1,4; Cor 5, 19), conforme nos lembrou recentemente o Pe. Sallet.
Não importa a distância em que nos encontramos, o que verdadeiramente importa é a nossa sincera vontade de nos aproximarmos dEle, para segui-lo, vivendo as dimensões do serviço, segundo os dons que todos recebemos. De fato, não há quem não tenha recebido pelo menos um dom. Partilhá-lo com os irmãos é o que nos pede a Igreja e o nosso Movimento. Essa é a melhor forma de retribuirmos pelo que nos foi dado de graça.
Creio que o Espírito Santo, com a intercessão de Maria, acolherá os pedidos de todos os membros da Pastoral que se colocarem em atitude de oração e de serviço, para viver mais plenamente os Pontos Concretos de Esforço e a experiência inigualável da partilha.
Tom e Patricia



